A Teoria da Relatividade de Einstein é um tema extremamente complexo. Portanto, a ideia deste texto é fornecer uma pequena introdução à Teoria da Relatividade Restrita, também chamada de relatividade especial. Essa teoria, amplamente estudada por Albert Einstein, baseia-se na ideia de referenciais.
Você já deve ter visto isso em alguns problemas de física envolvendo mecânica e movimento de corpos. Por exemplo, se o carro A se move para a direita com a velocidade de 60 km/h e o carro B se move na mesma direção a 40 km/h, a velocidade relativa do carro A em relação ao carro B é de 20 km/h.

Durante muito tempo, discutiu-se se a relatividade de Galileu estaria correta: ou seja, se as leis de movimento seriam as mesmas em quaisquer referências inerciais (isto é, se todas essas leis e equações de movimento seriam válidas independentemente do estado de movimento de um observador). Para o caso dos carros citados anteriormente, é fácil dizer que funciona. Se eu sou um observador de fora, vejo o carro A andando a 60 km/h e o carro B, no mesmo sentido, a 40km/h em relação a mim (que estou parado). Se o observador é o motorista do carro B, é como se o carro B estivesse parado e o carro A movendo-se na velocidade de 20 km/h. O carro parece parado, pois a velocidade dele e do motorista é a mesma – ou seja, para o observador em questão, o carro está parado.

Entretanto, a Terra não está parada. Isso pode não fazer diferença alguma para cálculos de movimento de carros ou pessoas, mas quando lidamos com planetas e cometas, o tratamento é diferente.

Uma das maiores descobertas da história da física foi que a velocidade da luz é constante. Um experimento que verifica este fato foi realizado em 1887. Veja o revolucionário Experimento de Michelson–Morley.

Teoria da Relatividade Restrita

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